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Distribuidora oficial ZonoSistem no Brasil

Reduza o defensivo sem perder o controle da doença

Ozônio gerado no seu próprio trator, diluído na água do tanque. Higieniza a lavoura, acelera a cicatrização da planta e não deixa resíduo — porque vira oxigênio.

Não é equipamento de fundo de quintal

Quem responde pelo equipamento

Três organismos europeus auditam a fábrica, o processo e a segurança do que chega na sua lavoura. Não é autodeclaração nossa — é gente de fora conferindo.

EUO3TA — European Ozone Trade Association

Associação europeia do setor de ozônio

Bureau Veritas

Certificação por organismo independente

Marcação CE — conformidade europeia

Conformidade europeia do equipamento

O que trava a lavoura hoje

Se algum destes é o seu caso, vale a conversa

Doença que não responde mais ao produto

Você aumenta a dose, troca o princípio ativo, e o problema volta na safra seguinte. A resistência é construída aplicação após aplicação.

Custo de defensivo subindo todo ano

O programa fitossanitário come a margem antes da colheita — e o preço da saca não acompanha.

Mercado cobrando produção sem resíduo

Comprador, exportação e certificação apertam o limite de resíduo. Quem não se adapta perde o canal de venda.

O que quase ninguém explica

Você não compra ozônio. Você passa a produzi-lo.

O ozônio não é armazenado nem transportado — e é por isso que ele não entra na planilha de insumo todo ano. O equipamento puxa o ar do ambiente, concentra o oxigênio acima de 95% de pureza e, por descarga elétrica, transforma esse O₂ em O₃.

A energia vem da própria bateria do trator. O gás é diluído na água do tanque e sai pelo seu atomizador ou barra de pulverização.

Depois de agir, o ozônio volta a ser oxigênio. Não sobra resíduo na planta, no fruto, no solo ou no lençol freático.

  • Gerado no local — sem estoque, sem recompra, sem logística
  • Elimina bactérias, vírus, fungos e esporos por oxidação
  • Não gera cepa resistente: destrói a célula, não o metabolismo
  • Acelera a cicatrização após poda, granizo ou colheita

Quem já usa

Um produtor de maçã conta o que mudou

Não é laboratório nem folheto: é lavoura, com nome e rosto — e ele mesmo falando.

“O ozônio salvou a minha plantação”

O agricultor Fukushima conta, no meio do pomar, o que mudou depois que passou a aplicar água ozonizada.

A lavoura dele, de perto

Ele mostra as macieiras e a fruta — o resultado que está descrevendo, na planta.

Quero saber se serve para a minha lavoura

Resposta no WhatsApp, sem compromisso.

No campo, não no catálogo

Como é na lavoura de verdade

Fotos de um pomar comercial de maçã em São Joaquim (SC), onde o equipamento trabalha a safra inteira acoplado ao pulverizador do próprio produtor.

Produtor de maçã ao lado de macieira carregada de frutos em pomar de São Joaquim (SC)
O pomar do produtor que dá o depoimento em vídeo — São Joaquim (SC)
Trator com atomizador aplicando água ozonizada em fileira de macieiras sob tela antigranizo
A aplicação: água ozonizada saindo pelo atomizador do próprio produtor
Fileira de macieiras sob tela antigranizo em pomar comercial
Pomar comercial sob tela — onde o equipamento roda a safra inteira
Painel de controle Agrobiozone com ajuste de dose e fluxo de ozônio
O painel: dose e fluxo ajustados na hora, direto no equipamento
Gerador de ozônio aberto, montado sobre pulverizador agrícola
Por dentro: concentrador de oxigênio, célula de ozônio e injeção na calda
Pulverizador com gerador de ozônio aplicando em pomar de macieiras sob tela
Acoplado ao pulverizador que já existe na propriedade
Produtor ao lado de fileira de macieiras carregadas em pomar sob tela antigranizo
A safra na planta, sob a tela — o resultado que o produtor mostra na entrevista

Vale para a sua cultura?

Conte o que você planta e qual o problema — respondemos se o ozônio resolve o seu caso, e qual equipamento atende o seu volume. Se não servir, dizemos também.

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